
Descrição
Por tanto trabalhar com a morte, o taxidermista acaba se apaixonando pela dama de preto, e ela, em resposta, se entrega a tal paixão insólita. Isso desperta no senhor do submundo um ciúme demoníaco, dando início a uma rotina diária de visitas à oficina de trabalho do nosso soturno alfaiate post-mortem.
O ciclo diário de suas funções, o amor ao oficio e a espera, criam na cabeça do taxidermista um fluxo de pensamentos filosóficos e lembranças melancólicas, misturadas a uma poética gótica, construindo, assim, uma poderosa narrativa sobre vida, morte, paixão e o tempo, no seu fluxo de entropia indo sempre adiante. O Taksis Dhermista é um monólogo sobre o memento mori, e a plena convicção de se ter uma relação afetuosa com a efemeridade.
Apresentações:
- 31/07 Sexta às 20h
- 08/08 Sábado às 19h
- 21/08 sexta às 20h
- 29/08 sábado às 19h